De Wolfgang Amadeus Mozart – Ópera cômica em um ato. Cantada em português.

Sob a batuta de Daniel Misiuke Renata Jaffé a orquestra do Grupo Pão de Açúcar e núcleo de ópera infanto-juvenil da Universidade Livre de Música presenteou o público de São Paulo no Theatro São Pedro, a um espetáculo brilhante.

A orquestra com Violinos I – Violinos II, Violas, Violoncelos e Contrabaixo, membros do coral com estudantes do programa de educação musical do Instituto Grupo Pão de Açúcar, que em 9 anos formou mais de 3.500 alunos no Estado de São Paulo. Jovens de 10 a 18 anos das diversas regiões de São Paulo, Osasco e Santos que aprenderam a tocar violino, viola, violoncelo e contrabaixo.

O coral - núcleo de Ópera infanto-juvenil é um dos grupos artísticos de Departamento infanto-juvenil da Universidade Livre de Música. Formado por 38 alunos com idade entre sete e 15 anos, tem atividades voltadas à montagem de óperas, musicais e ao desenvolvimento do canto solo, incentivando os alunos que gostam de cantar a trabalhar a voz com maior intensidade. O projeto envolve o trabalho de interpretação e representação em espetáculos utilizando figurinos, cenários, iluminação e o acompanhamento com diversas formações instrumentais.

Bastien & Bastienne

Em 1768, Wolfgang Amadeus Mozart, então com 12 anos, acompanhou seu pai, Leopold, numa viagem a Viena. Lá conheceram o dr. Anton Mesmer, médico famoso, que tinha uma enorme mansão no subúrbio de Landstrasse. Diz-se que foi para uma recepção nesta casa, em uma noite de outubro, que o menino-prodígio Mozart completou Bastien und Bastienne, o singspiel que havia começado  compor na sua Salsburg natal.

As origens do argumento de Bastien und Bastienne remontam à Ópera em um ato Le Devin du Village (O advinho da Aldeia), da autoria do filósofo francês Jean-Jacques Rousseau. Seu sucesso foi tão grande que, seis meses depois, surgiu em Paris, uma paródia de Le Devin chamada Les Amours de Bastien e Bastienne, de Charles Favart e Harny de Guerville. A paródia, que fez tanto sucesso quanto a ópera original, logo chegou a Viena, onde foi apresentada numa tradução para o alemão elaborada pelo ator Friedrich Wilhelm Weiskern. Foi o texto de Weiskern com algumas alterações introduzidas pelo poeta e tropetista Andreas Sergio Casoy.

Sinopse

A ópera em um ato conta uma história de amor entre Bastião e Bastiana, camponeses que vivem em um pequeno vilarejo. O amor entre os camponeses é posto em dúvida quando Bastião conhece uma fina e rica dama da cidade que o agrada com presentes. Bastiana, decepcionada com a atitude de Bastião, toma a decisão de levar sua vida em frente, e eis que surge Colas, o mago, que nota no rosto da moça um desapontamento. O mago logo percebe que era uma dor de coração partido.

Colas aconselha a jovem e diz que, a alegria no olhar, ela deve sempre demonstrar, e que assim seria feliz reconquistando oamor de Bastião.

Bastião, notando a indiferença na atitude de Bastiana, tem receio de perdê-la e, preocupado em reconquistar a jovem, vai ao encontro de Colas, que diz para o moço que casos como o dele só se resolvem com a magia. Bastião, atormentado, aceita o conselho do mago, que imediatamente recita palavras mágicas.

Quando o reencontro apaixonado dos jovens acontece,após um diálogo de acertos e desencontros, nota-se que de nada importou a magia, pois o que reaproximou os jovens foi o amor, que prevaleceu e promoveu a união do casal.

Beatriz Dias
Brasileira, 52, divorciada, dois filhos; não fumante.
Residente na Mooca São Paulo.
biafree@terra.com.br
Publicitária, Mestre em Reike
amante da vida, músicas, flores, livros, pessoas.

Trabalho com gerenciamento de Call Center, ativo, receptivo, RSVP, entre outros. Operacionalização voltada para captação de recursos em nível nacional para o IBCC – Instituto Brasileiro de Controle do Câncer. Admissão, demissão, treinamento, script, estabelecimento de metas, campanhas de incentivo customizadas, agregando valor e trazendo resultados expressivos para a instituição. Avaliação de desempenho.
Endomarketing, empowerment, visão holística, coaching, preparação, organização e instrução de cursos abarcando conceitos de excelência no atendimento, treinamento motivacional, gerundismo, vícios de linguagem, persuasão, fechamento de vendas, objeção e argumentação, elaboração de scripts para conquista, recuperação e retenção de clientes, conhecimento do produto, da concorrência maximizando a eficiência das estratégias de CRM.
Mais de nove anos em atividades voltadas para RH/Treinamento, LNT, programação neurolinguística, pensamento positivo, lei da atração e de atendimento.

Captação de patrocínio e de recursos, prospectando empresas de alto nível. Coordenação do atendimento 0800 da Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama e de outros eventos realizados pelo IBCC. Atividade relacionada à concessão de licença de marca, da campanha “O Câncer de Mama no Alvo da Moda” com empresas parceiras. Validação de processos e uso adequado na divulgação.

Coordenação e montagem de dois eventos na Sala São Paulo para 1500 pessoas – IBCC 35 anos com apresentação da cantora Gal Costa e Prêmio IBCC de Jornalismo com a apresentação da cantora Adriana Calcanhotto.

Alguém que vive o eterno aprendizado de tudo e que pretende
trabalhar até + ou – 150 anos, vem comigo?

Ele

(Elisa Lucinda)

 

Já começa a beijar meu pescoço

Com sua boca meio gelada meio doce,

Já começa a abrir-me seus braços

Como se meu namorado fosse,

Já começa a beijar minha mão,

A morder-me devagar os dedos,

Já começa a afugentar-me os medos

E a dar cetim de pijama aos meus segredos.

Todo ano é assim:

Vem ele com seus cajás, suas oferendas, suas quaresmeiras,

Vem ele disposto a quebrar meus galhos

E a varrer minhas folhas secas.

Já começa a sopprar minha nuca

Com sua temperatura de macho,

Já começa a acender meu facho

E dar frescor às minhas clareiras.

Já vem ele chegando com sua luz sem fronteiras,

Seu discurso sedutor de renovação,

Suas palavras coloridas,

E eu estou na sua mão.

Todo ano é assim:

Mancomunado com o vento, seu moleque de recados,

Esse meu amante sedento alvoroça-me os cabelos,

Levanta-me a saia, beija meus pés,

Lábios frios e língua quente,

Alça minhas meias delicadamente

E muda a seu gosto a moda de minhas gavetas!

É ele agora o dono de meus cadernos, meu verso, minha tela,

Meu jogo de varetas.

Parece Deus, posto que está no céu, na terra,

Nas inúmeras paisagens,

Na nitidez dos dias, no arcabouço da poesia,

Dentro e fora dos meus vestidos,

Na minha cama, nos meus sentidos.

Todo ano é assim:

Já começa a me amar esse atrevido,Meu charmoso cavalheiro, o belo Outono,

Meu preferido.

 

 

É primeiro

dia um do seis

Recomeço amanhã

Terei cheio o dia do início do mês

Junho é frio?

Está frio, meu coração também

Você podia chegar.

 

Quero idéias prá mostrar a mim o quanto

vale a pena.

Quero publicar ideais e viver dias mais construtivos.

Quero observar a germinação daquilo que plantei.

Quero envergar o galho que vi miudinho crescer

Mas sem você tudo é muito amarelo.

Cansaço

 

Mais um dia só

Só mais um dia

Será?

Não gosto

O gosto é estranho

Amargo é bom

Um pouco, só um pouco doce

Tbém

Mas é um gosto de não sei o que

Não é saudade

Porque se fosse seria algo meu

É algo que tenho sem nunca ter tido.

 

Cansaço

 

Mais um dia só

Só mais um dia

Será?

Não gosto

O gosto é estranho

Amargo é bom

Um pouco, só um pouco doce

Tbém

Mas é um gosto de não sei o que

Não é saudade

Porque se fosse seria algo meu

É algo que tenho sem nunca ter tido.

 

Queria fosse um

queria não fosse nada

queria não querer

o vazio é grande

e a sensação de uma mesmice sem fim.

Porque?

Saí da vitrine e o platô permaneceu lá;

Inaugurei outro modelo

É jóia real com detalhes em ouro branco

e só o designer nota a diferença porque

reconhece o pedigree.

Foi hoje. Preferia fosse ontem.

Estou impressionada com a necessidade de algumas pessoas em participar dos acontecimentos da cidade. Achava que sair correndo ao ouvir uma batida de carro e assistir a grande desgraça, fosse coisa do passado, das tias e vizinhas, carpideiras nos cemitérios, abutres dos mortos dos outros.

Vejo com indignação que continuam a espreitar cadeias,  IML , hospitais. Parece, estão em busca de cenas para um filme de terror. Os protagonistas são  suspeitos de crimes espúrios, de brigas e de tantas outras novelas. Será que não trabalham? Será que é uma necessidade quase que orgânica em se alimentar das mazelas alheias? São mulheres, homens de todas as idades que não se preocupam se são exemplos para seus filhos. Se abastecem da farta distribuição de notícias que se repetem e repetem a cada edição da mídia impressa, Tv, rádio. Fazem juízo de valor e não se importam se é ético ou não.