Ela teve dúvida e ele estranhou porque não era comum aquela conversa.
Desconfiado racionalizava cada atitute enquanto ela
cantarolava em pensamento “vou me perder na madrugada, pra te encontrar
no meu abraço, depois de toda cavalgada, vou me deitar no
seu cansaço”….e foi chegando como que para desculpar-se.

Ficaria ali divagando insandecida não fosse aquele bandido marrento,
Olhos de azeviviche, brilhantes, fortes dominantes que despertava
a curiosidade de todos.
Já não se tratava de lenda, fazia parte do noticiário e da admiração das pessoas,
principamente os peões de Barretos

Ela queria recorrer aos seus protetores para dar cabo naquela conversa, São Caetano talvez.
E os pensamentos continuavam a melodia: “estrelas mudam de lugar, chegam mais perto só prá ver e ainda
brilham de manhã, depois do nosso adormecer”…Como ela queria esse aconchego,
essa proximidade… alguém prá chamar de seu.

O santo daria um jeito e ela o invocaria junto a São Bonifácio na hora do Angelus.